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Poesia 03

Costumes diários

Hoje,
pela manhã,
 um som irritante,
mas realmente essencial,
são necessários três momentos,
Oito menos dez, Oito, Oito e um quarto!
Esticar os braços e os pés...
pé esquerdo e pé direito no tapete verde,
mãos quentes esfriam rapidamente,
olhos cerram-se ao encontro do frio,
mudanças de hálito e cabelo arrumado!
Na abertura da parede uma claridade e o ar natalino...
Esquento a esperança para o tempo não paralisar...
Para o tempo voar... acelerar....
As imagens coladas na parede fortalecem...
esquentam a alma e amenizam a saudade!
Desjejum às nove...
leituras e leituras, quando a agenda não sobrepõe.
Intervalo,
Vou do terceiro à saída,
Fernandes Tomás (Junta da Almedina),
Sé Velha de Coimbra,
Bigorna,
Sé Nova de Coimbra,
Refeição no Hospital Velho.
à noite, o mesmo, porém, nas Amarelas!
Como de costume: sempre uma laranja doce!

Wanderson Rocha

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